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Opa, aqui é o Erico Rocha do Ignição Digital e do Fórmula de lançamento. Eu estou aqui pra mais uma sacada de empreendedor pra você. A sacada é o seguinte: tudo, absolutamente tudo fica mais fácil no mundo dos negócios se você é percebido, se existe a percepção de que você é uma autoridade, se seu cliente acha ou percebe que você é uma autoridade. E a pergunta que você pode estar se fazendo é: como é que eu crio essa percepção pra ele, como é que eu deixo ele presente pra essa percepção. E eu vou explicar isso nesse exato vídeo. E pra tanto eu vou te contar uma história que talvez ajude a ilustrar esse conceito para você. Eu morei 8 anos em Londres, e nos primeiros 4 anos em Londres eu não tinha carro lá, não sei se você já morou ou não visitou muito a Europa, mas Londres principalmente não precisava de carro, inclusive carro era ter um problema lá, no Brasil o primeiro dinheiro que você ganha você compra um carro, lá em Londres não.

E pelos primeiros 4 anos lá eu não tinha carro, então eu comprei uma casa que ficava um pouco mais afastado e não ficava tão perto assim de uma estação do metrô, isso fez com que eu tivesse que comprar um carro, comprar um carro para melhorar minha vida. O fato é o seguinte, como eu morei muito tempo lá, antes eu morei 4 anos na Alemanha e depois em Londres, existe um certo tempo que você pode validar sua carteira de motorista na Europa, aquele tempo já tinha expirado, quer dizer que eu já tinha que tirar a carteira de novo.

E você já deve saber ou não deve estar presente, mas em Londres você dirige do outro lado do carro, então apesar de eu saber dirigir eu tive que tirar a carteira e foi uma espécie de aprender a dirigir do outro lado da rua também. É uma coisa, se você já não fez, é uma coisa muito estranha porque por mais que você saiba dirigir, as pessoas perguntam: ah, mas você vai passar marcha com a mão esquerda? Não é o pior. O pior é que você tende a entrar na conta mão, basicamente isso, porque não é só dirigir do outro lado mecanicamente, o que é mão no Brasil naturalmente é contra mão lá em Londres.

Se você vai entrar no Brasil por um lado, lá em Londres você entra pelo outro em um balão por exemplo, isso é bem estranho a gente saber quanta coisa automática. E eu fui lá, tirei a carteira, acho que fiz 15 aulas para pegar a coisa, apesar de já saber dirigir, um dia eu fui lá e tirei a carteira. Quando eu tirei a carteira eu já era mais velho, e eu fiz a mesma coisa que um menino de 18 anos faz quando tira a carteira, liguei para o meu melhor amigo e falei: cara, vamos dar uma volta, agora eu tirei carteira, estou dirigindo do outro lado do carro e é muito legal. Ele: vamos sim… A gente foi para um lugar chamado Broadway Market, lá em Shoreditch, perto de Hackney, e é um mercado que se você nunca foi em Londres vai lá no Domingo que é muito bom.

E eu fui lá quando o mercado estava fechando, já estava até bem escuro, se não me engano acho que era inverno, escurece mais cedo. Eu fui lá com ele, na gente foi lá num Pub, e no caso eu não bebi por que eu falei: nossa, não vou beber porque estou dirigindo, lá a tolerância é muitoa pequena, mas enfim… Não bebi, mas a gente foi lá, ficou conversando e escureceu. Entrei dentro do carro de novo, to ali do lado esquerdo, não o lado direito, é muito estranho, e el do outro lado, e a gente começou a sair. Quando eu saio do carro, eu me deparo com outro carro na minha frente. É meio que uma ruelazinha. E eu to na frente dele, ele para na minha frente, basicamente um carro para na minha frente. Eu olho pra ele e falo assim: Meu. E eu do lado certo da rua na minha cabeça. Ele olha pra mim e faz assim… Do tipo, sai da frente.

E eu falei… Eu to no lugar certo, é só você virar pro lado e sair. E ele… Ele vira assim pra mim e eu… E eu vejo que do outro lado ele ficou bem chateado. Ele falou assim… Mandando eu sair da frente. Eu to do lado certo, eu falei assim… Passa pro cima. Ele olhou assim pra mim, falou: nossa, ele não vai sair, e saiu e deu a volta. Eu falei: nossa! Ainda falei para o meu amigo, meu, cara maluco, eu estou do lado certo.

Saiu e ele deu a volta. E ai eu continuei andando, nesse momento eu virei numa pequena esquina, e era uma esquina onde não tinha ninguém, era uma esquina quase que deserta em Londres. Eu percebi que esse carro estava atras de mim. Quando eu virei aquela esquina aquele mesmo carro que estava na minha frente soou uma sirene. Cara, era uma polícia undercover. Como se diria assim, disfarçada. O cara sai do carro, eu paro o carro e abro o vidro, nem saio do carro.

Quando ele saiu do carro ele estava armado, tinha uma arma no peito e outra arma aqui. Eu nunca vi policial armado em Londres, eu morei lá por 8 anos nunca tinha visto isso. Os policiais que eu tinha visto eram chuchuzinho, com capacetinho, super educados… Esse cara não era desse jeito. Esse policial não era desse jeito. Ele enfia a mão dentro do cockpit do meu carro, nunca vi aquilo acontecer, tira a chave, que a chave fica do outro lado, tira a chave do carro, bota a chave em cima do carro e fala palavras que eu nunca mais vou esquecer na minha vida, gritando mesmo: Get the fuck out of the car! E começou a gritar, eu falei: Meu Deus do céu. Eu sai do carro, vi as duas armas, a arma me impressionou, eu entrei em uma espécie de choque ou transe…

Transe no sentido, meu, fiquei chocado. E ele começou a gritar na minha frente, falou assim: você está bêbado… vou fazer um teste em você. Eu falei: faz… mas ao mesmo tempo, acho que estava tão em choque que eu não consegui nem responder direito o que estava acontecendo pra ele. Eu olhava para o lado não tinha ninguém, me vinha as memórias do que eu achava que era a polícia no Brasil… Ele chegou: você está bêbado, vou fazer o teste.

Eu falei: faz. Ele falou: posso revistar atrás de drogas? Eu acredito que ele devia estar fazendo uma espécie de ronda. Eu disse: não, pode. Ele começou a me revistar de uma maneira que eu nunca fui revistado. Ele chegava, ele colocava a mão no meu bolso e tentava achar migalha de drogas. Ele tentava achar e eu não sabia o que estava acontecendo, e ele virou pra mim e falou: Você está bêbado. Falei assim: Não estou bêbado, pode fazer o teste que for. E ao mesmo tempo em choque ele falou assim: Você está, você estava andando na contra mão. Então eu me lembrei. Ele é o cara que tinha parado na minha frente, que eu falei para passar por cima de mim. Aquilo deve ter chateado ele tanto que ele estava literalmente agora passando por cima de mim.

Eu falei assim: Meu Deus do céu, aquele cara era polícia, eu não sabia que aquele cara era polícia. Enfim, a história termina com ele falando, ele faz uma espécie de entrevista comigo ao mesmo tempo entrevista com o cara, e eu falei: Eu tirei carteira ontem, e eu sou do Brasil, nunca dirigi. Então aquilo tudo simplesmente fez sentido para ele. Falou: Nossa, quer dizer que realmente você não está bêbado andando na contra mão, você está simplesmente tirando a carteira. Enfim, entramos no carro, ele nos seguiu até a nossa casa, entramos na nossa casa… fechou a história. Agora, por que que eu to te contando isso? Porque é o seguinte: quando a gente percebe que alguém tem autoridade, a gente obedece, ou a gente toma uma ação, a gente presta atenção.

O que aconteceu, a polícia estava parada na minha frente naquele lugar onde eu estava em Londres, só que ela não estava uniformizada, então não consegui identificar que aquilo era polícia, logo eu ignorei ela, não só ignorei como fui, olhando pra trás fazendo uma análise, fui grosso, não devia ter falado pra ninguém pra passar por cima de mim… Mas como eu muito menos sabia que aquilo era polícia, se aquela polícia está ali e está uniformizada, definitivamente identificada, eu iria ter respeitado, eu não iria ter pedido pra passar por cima de mim. E a vida é assim. Quando alguém tem autoridade, polícia tem autoridade? Sim. Ela tem autoridade, se você está identificado através de um uniforme ela tem autoridade você segue o que ela fala. Um cara que está vestido de médico, o fato só de ele estar de jaleco branco com estetoscópio no pescoço faz com que ele tenha autoridade. E a maioria das pessoas vão seguir o que o médico fala independente de saber quem é, antes dele abrir a boca ele já está fazendo isso.

Agora o mais interessante, é que a autoridade… escreve essa: A autoridade não é algo que você tem. É algo que você… É um gatilho, você aperta esse gatilho nas outras pessoas ou não, exemplo clássico era do policial. A autoridade não estava nele, a autoridade estava na minha percepção dele. Como na primeira vez que eu encontrei com ele não tinha autoridade, então o gatilho não estava apertado na minha cabeça. Quando ele se mostrou, rodou a sirene… agora sim ele tem autoridade. E o mesmo acontece no seu mercado.

Você pode sim criar autoridade no mercado. Se você se tornar uma autoridade no seu mercado, as coisas vão ficar muito mais fáceis pra você. E como é que você faz isso? Tem vários jeitos, eu não estou falando pra você se vestir e rodar uma sirene, mas uma das coisas que mais e que qualquer um pode usar pra criar autoridade é Publicar. Gente, quando você publica algo, as pessoas que estão vendo aquela publicação, você aperta o gatilho da autoridade na cabeça delas. Pergunta como é que eu sei disso… O fato de simplesmente eu estar publicando nesse canal do youtube, cria autoridade da minha pessoa no caso na cabeça de milhares de outras pessoas. Agora, como é que eu sei disso? Porque assim, eu estava no Brasil há um tempo atrás, eu estou passando de um lugar para outro, na verdade de São Paulo para Brasília, no caso, que eu estava voando para o master mind, e aí tinha um cara da Tam lá na frente.

E o cara da Tam falou assim: Nossa, você é o… Cara, o funcionário da Tam, aquele que fica na porta do avião. Cara, você é o Erico Rocha? Eu falei: Sim, sou. Cara, eu assisto os seus vídeos, minha mãe assiste seus vídeos. E ele falando um monte, falou meu Deus vem cá, tirou uma foto comigo. E o Erico Rocha tem autoridade? Na cabeça dele tem, na cabeça de todo mundo que estava na fila que não me conhecia, não.

Mas na cabeça daquele cara sim. Eu fui parado 3 vezes, nunca aconteceu isso. 3 vezes eu fui parado no aeroporto, de Barcelona até São Paulo, nessa via… E tinha um cara na fila e falou assim: Erico, você é Erico? Vem cá e tal. E a gente estava lá no final da fila, fomos para o meio da fila para conversar com ele, e acabou ficando no meio da fila também, enfim. A mulher dele: Nossa, ele assiste seus vídeos, ele adora você e tal, vamos conversar. E naquele momento eu nunca tinha encontrado com ele, mas a autoridade estava lá. Aquilo foi construído.

Quer dizer que o Erico tem autoridade em si? O Erico não, a autoridade não é algo que está na minha cabeça, está na cabeça das outras pessoas. E da mesma coisa do seu mercado. Se você publicar… Antigamente para você ter autoridade você tinha que escrever um livro, e hoje em dia não mais, inclusive não sei se é um jeito mais, dependendo da intensidade, nem o jeito mais efetivo. Eu conheço um autor que chama Bruno Gimenes, ele já vendeu por volta de 100 mil livro, e eu não sei se é um pouco a mais ou pocuo a menos, cara, ele é um best seller. Ele costuma falar o seguinte. Depois que ele escreveu o livro e ia para um evento ao vivo, um escritor sempre tem o desejo, ele pode não confessar isso com você, mas sempre tem o desejo de ser reconhecido pelo livro que escreveu, afinal escrever livro dá trabalho. E ele falou que… Ele estava falando comigo…

Na verdade 7 dias atrás, ele falou assim: Cara, a coisa mais interessante que está acontecendo é, quando alguém me encontra em algum lugar e me reconhece, ele nunca, na maioria das vezes, não nunca, mas na maioria das vezes ele não me reconhece. Fala assim, nossa Bruno, li seu livro. Hoje em dia não, na maioria das vezes, ele fala assim, nossa Bruno, vi seu vídeo, ele me ajudou. Então, antigamente o processo de criar autoridade era muito mais difícil do que é hoje. Então o que você precisa fazer no seu negócio para criar autoridade, para você poder influenciar positivamente mais pessoas com sua mensagem é publicar.

Quando você publica, você automaticamente cria autoridade. Principalmente , se você publica algo de extremo valor que ajuda as pessoas, porque aciona um outro gatilho que talvez eu ainda fale ou não, o gatilho da Reciprocidade. Mas a autoridade é muito importante. E eu vou te falar, tudo fica mais fácil, tudo, absolutamente tudo fica mais fácil quando você é autoridade, quando você apertou o gatilho de autoridade na percepção dos seus clientes, porque, pra você fazer, passar uma mensagem, chegar em algum lugar quando você tem zero autoridade, é como você tentar mover 1 kg, uma espécie de massa aqui embaixo, na terra, a gravidade forte.

Quando você chegou na atmosfera pra você mover uma tonelada de massa você simplesmente pode mover com um dedo. E quando você tem autoridade fica tudo mais fácil… E a pergunta que eu te faço é: Sim, você quer apertar esse gatilho na percepção dos seus clientes? Eu aconselho que sim, se você acredita no seu produto, se você acredita que ele realmente faz a diferença, isso é uma das coisas que vai fazer com que a sua mensagem, os seus produtos, ou serviços, sua missão, tenha mais impacto no mundo, com certeza. Você tem que requerer isso. Eu estava falando ontem, na verdade há 3 dias atrás, com um cara que tem muita legitimidade no assunto, ele é um dos maiores experts num assunto determinado, do Brasil, em termos de pesquisa, em termos de exercicios, em termos de tudo.

Só que ele não tem uma autoridade tão grande, percebida pra muita gente porque ele simplesmente guardou todo aquele conhecimento pra ele, ele não está publicando tanto quanto outras pessoas que talvez não tenham tanta legitimidade para falar daquele assunto, mas que publicam, que dividem. Então, o fato dele simplesmente ter aquele conhecimento, uma pessoa não necessariamente dá autoridade pra ele, não necessariamente cria autoridade pra ele. Então isso aí gente, essa é uma sacada de hoje. Assine meu canal do youtube, basta clicar ali para assinar.

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